sábado, agosto 20, 2011

SUPERINTERESSANTE


Illuminati: os soldados da Nova Ordem

Os iluminados de idéias radicais que se rebelaram contra a Igreja no século 18 e se misturaram à maçonaria para criar a mais poderosa organização subterrânea que já existiu! 

No livro Anjos e Demônios, de Dan Brown, o professor Robert Langdon faz uma descoberta assustadora. Ao analisar o peito de um físico assassinado, ele vê a marca de uma antiga fraternidade secreta conhecida como Illuminati – a mais poderosa organização subterrânea que já existiu. Seus membros ressurgem das sombras para concluir a batalha contra seu pior inimigo: a Igreja Católica.
Parece mesmo livro de ficção. No entanto, muitos pesquisadores garantem que há algo de verdade nessa história. E vão além, dizendo que os Illuminati estão por aí até hoje e pretendem acabar com as identidades nacionais, destronar os monarcas e estabelecer o que chamam de Nova Ordem Mundial – uma espécie de governo global dominado por meia dúzia de mentes brilhantes. “Graças à fuga de vários membros dos illuminati, começamos a conhecer a existência de um plano infernal que pretende submeter 99% da humanidade aos caprichos malvados de 1%”, diz o escritor e numerólogo americano Robert Goodman, que acaba de lançar na Espanha El Libro Negro de los Illuminati (“O Livro Negro dosIlluminati”, inédito no Brasil).
Os mais perfeitos
Goodman joga no time dos “teóricos da conspiração”, que vêem rastros da antiga irmandade em todo canto – dos atentados do 11 de Setembro à morte de Diana, a princesa de Gales. Outros investigadores são menos alarmistas, mas não deixam de expressar medo. “De todas as sociedades secretas que pesquisei, os Illuminati são de longe a mais vil”, diz a americana Sylvia Browne, autora de As Sociedades Secretas Mais Perversas da História (Prumo, 2008). “Embora 75% do que se diz sobre eles seja especulação, preocupo-me com os outros 25%.”
Ao longo dos séculos, o termo illuminati (“iluminados”, em latim) foi usado para denominar diversas organizações, reais e fictícias. Hoje, ele se refere principalmente aos Illuminati da Baviera, umasociedade secreta criada na Alemanha pelo filósofo Adam Weinshaupt, no ano de 1776. Weinshaupt foi educado por padres jesuítas, mas tinha uma queda por rituais pagãos e pelo maniqueísmo – uma religião fundada pelo profeta persa Mani, no atual Irã, cujo dogma é dualístico: diz que a luz e a escuridão (Deus e o Diabo) estão em constante disputa para reclamar a alma das pessoas.
“Weinshaupt decidiu formar um corpo de conspiradores para libertar o mundo do que chamava de dominação jesuíta da Igreja em Roma, trazendo de volta a pura fé dos mártires cristãos”, diz Sylvia. “Foi assim que ele fundou a Sociedade dos Mais Perfeitos, nome que mudou para Illuminati (na sua tradução, os ‘intelectualmente inspirados’). Os 5 membros originais foram escolhidos entre os alunos da Universidade de Ingolstadt, onde ele ensinava direito canônico.”
Os pupilos tinham de jurar obediência à organização, que se dividia em 3 categorias. A mais baixa, Berçário, incluía os níveis Preparação, Noviço, Minerval e Illuminatus Menor. Depois vinha a Maçonaria, com os graus Illuminatus Major e Illuminatus Dirigens. Já a mais alta, Mistérios, englobava os graus Presbítero, Regente, Magus e Rex – o supremo.
Nas reuniões do grupo, Weinshaupt atendia pelo nome de Spartacus e transmitia aos alunos ensinamentos proibidos pelo clero. Embora alguns pesquisadores digam que ele conseguiu ingressar namaçonaria, ninguém parece ter provas de que os maçons apoiaram suas idéias radicais. Certo é que o grupo de 5 iniciados se expandiu pela Alemanha, despertou a desconfiança do governo e virou alvo de intensa repressão. Tanto que Weinshaupt precisou fugir do país em 1784. Para muitos, foi o fim dosIlluminati. Outros acreditam que o grupo continuou a operar na clandestinidade, defendendo ideologias como o anarquismo e o comunismo. Assim, estariam por trás da Revolução Francesa, da Revolução Russa e do nascimento dos EUA.
Governo global
Segundo a turma da conspiração, a influência dos Illuminati nos EUA foi tamanha que vários de seus símbolos estão estampados na nota de US$ 1 (leia mais no quadro acima). “Eles usam sinais para transmitir informação entre si. O presidente Roosevelt, maçom de grau 33, aproveitou o desenho na nota para incluir toda essa informação como pista para novos projetos dos Illuminati”, diz Goodman. “Um deles seria a 2ª Guerra Mundial, uma espécie de ensaio geral da Nova Ordem.”
Para alguns pesquisadores, grupos herdeiros dos Illuminati hoje manejam as finanças, a imprensa e a política internacionais. Entre essas organizações estariam sociedades secretas como a “Crânio e Ossos” (Skull and Bones), uma fraternidade dos estudantes da Universidade Yale, e o clube Bilderberg, que reúne políticos, empresários, banqueiros e barões da comunicação. “Acredita-se que eles querem um único governo global”, diz a pesquisadora espanhola Cristina Martin, autora do livro El Club Bilderberg (sem tradução para o português). “Um mundo com uma só moeda, um só exército e uma só religião.”

Os códigos da verdinha

Supostos símbolos dos Illuminati escondidos na nota de US$ 1
Especialistas dizem que os Illuminati deixaram várias pistas de sua influência sobre a sociedade americana na nota de US$ 1. No verso, há uma pirâmide cujo cume representa a elite da humanidade, esclarecida pelo “olho que tudo vê” – um símbolo emprestado de outra sociedade secreta, a maçonaria. A base da pirâmide é cega e feita de tijolos idênticos, que representam a população. A inscrição em latim Novus Ordo Seclorum (“Nova Ordem dos Séculos”) alude ao grande projeto dos Illuminati. O número 13, utilizado nos rituais do grupo, aparece em vários lugares: nas estrelas sobre a águia, nas flechas que ela segura com uma das patas, nos frutos e folhas do ramo que ela segura com a outra, nas listras verticais do escudo à frente da águia e nos 13 andares da pirâmide. “Precisamos de lupa para ver outro detalhe na frente da nota: uma minúscula coruja, símbolo da fraternidade, que aparece no canto superior direito”, diz o jornalista espanhol Santiago Camacho, autor de La Conspiracion de los Illuminati (“A Conspiração dos Illuminati”, inédito no Brasil).
Onde estão as pistas
1. Olho que tudo vê
2. Pirâmide de tijolos iguais
3. Inscrição Novus Ordo Seclorum
4. 13 estrelas
5. 13 frutos e folhas
6. 13 listras verticais
7. 13 flechas
8. Coruja

domingo, agosto 14, 2011

Fenícios, descobridores e colonizadores do Brasil.

Milhares de obras já foram escritas apresentando a tese de que os pré-egípicios teriam saído da América do Sul, e que foi também aqui o berço da civilização européia. Frequentemente vemos surgirem aqui e ali indícios que reavivam esta tese, seja devido à escavações, quando se descobrem prováveis cidades soterradas, túneis e cavernas com objetos de origem antiga, ou inscrições petroglíficas.
O Brasil tem sido, talvez, o menos estudado em assuntos arqueológicos ou, exporadicamente, um cientista estrangeiro descobre um indício e chama nossa atenção.
Mas ultimamente tem sido despertada a consciência dos brasileiros para a necessidade de conhecer melhor a sua terra, a sua origem. O dizer-se que os´nativos brasileiros nasceram autóctones há 50 ou 100 mil anos é teoria já não muito aceita, ou dizer-se que os primeiros habitantes da terra surgiram na África ou na Ásia, e um pouco no Brasil, é assunto para estudar-se com maior profundidade. Mas o afirmar-se que os primeiros brasileiros emigraram do lendário continente Atlântida, via Venezuela, ou chegaram em pirogas, ou desceram os Andes, ou são pré-egípicios, ou grande parte descende dos Fenícios, ou por que nossos nativos possuem uma memória do dilúvio, é assunto para estudar-se mais ainda. A história existe, mas ela é também uma teoria que poderá ser ampliada ou renegada algumas de suas verdades. As teorias e verdades aristotélicas dominaram a civilização durante mais de 1000 anos, e tentando reformular essas verdades, muitos cientistas moreram em fogueiras, quando os senhores da verdade oficial (igreja católica) achavam que a nova verdade poria em perigo sua hegemonia sobre os homens. Se tivermo que amanhã reformular a história brasileira, por que não o fazemos, a bem da verdade ?
Se aqui e ali aparecem indícios que os Fenícios descobriram e colonizaram parte do Brasil há 3 000 anos antes da era cristã, estudemos os indícios, os sinais de sua passagem, as escritas cuneiformes, as inscrições petroglíficas, a mão vermelha que alguém deixou na pedra ou a marca noutra pedra que deixaram para indicar que por aqui passaram outros.
A obra que ora apresentamos, Antiga História do Brasil, (de 1100 A.C. a 1500 D.C.) de Ludwig Schwennhagen, é um desafio aos arqueólogos, geógrafos, aos antropólogos, filólogos, etimólogos, indianistas e outros, para que estudem e espliquem melhor a sua terra , a sua gente e suas heranças remotas.
Ao tomar o leitor este livro às mãos, por certo se fará perguntas que talvez nunca tenha ouvido, como por exemplo: Foi Pedro Álvares Cabral quem descobriu o Brasil em 1500 D.C. ou navegadores Fenícios em 1100 A.C. ? Cabral o terá descoberto por acaso como narram os compêndios de história, ou ele já conhecia detalhadamente a descrição feita pelo historiador grego Diodoro, no século I antes de cristo, na sua história universal ? Ou teria Cabral em mãos a carta de navegação, descrevendo as costas do Brasil, confeccionada por Toscanelli, a mando de Fernando Teles, em 1473 ? Onde fica a lendária Insula Septem Civitatum, ou ilha das sete cidades, que os romanos tanto buscaram e já aparecia a sua descrição em latim numa crônica de Porto- Cale (Pôrto), em 740 D.C. como sendo um novo Éden, a ilha dos sete povos, onde existiam ouro e muitas outras riquezas? Ficaria nos Açores, na ilha da madeira, mas antilhas ou nas costas do Piaui, no Brasil ? Quais os primeiros mineradores que exploraram ouro e pedras preciosas no Brasil ? Os Portuguêses ou engenheiros Egípcios ? Buscavam apenas ouro e metais preciosos ou também salitre para o embalsamamento de seus mortos ? Ou engenheiros mandados pelo rei Davi e Salomão, em aliança com o rei Hirã nos anos 991 a 960 A.C. ? Quem primeiro oficiou funções religiosas aos nativos brasileiros ? Henrique de Coimbra ou sacerdotes da ordem dos Magos da Caldea, da Suméria ou da Mesopotâmia? Foram os portugueses os primeiro a exportar o pau Brasil ? Mas se na memória de Georg Fournier, da marinha francêsa, não consta que os Bretões e Normandos já traficavam com os nativos do Rio São Francisco, que lhes vendia o Pau Brasil ?
Em maio de 1968 lemos no jornal O Dia, do Rio de Janeiro, uma notícia vinda dos EUA, acompanhada da reprodução de um quadro de símbolos; dizia o texto: "Encontrados na Paraíba e levados para Walthan, em Massachustes, estes símbolos foram estudados durante quase 100 anos. Finalmente o professor Cyrus Gordon, especialista em assuntos mediterrâneos, conseguiu decifrá-los. Indicam que os Fenícios estiveram nas terras que hoje formam nosso país, pelo menos doi mil anos antes de Cristovam Colombo descobrir a América e Cabral chegar ao Brasil".

Vejamos o que traduziu o professor Cyrus Gordon dos símbolos encontrados na Paraíba:

"Somos filhos de Canaã, de Sidon, a cidade do rei. O comércio nos troxe a esta distante praia, uma terra de montanhas. Sacrificamos um jovem aos Deuses e Deusas exaltados no ano 19 de Hirã, nosso poderoso rei. Embarcamos em Ezion-Geber no mar vermelho, e viajamos com dez navios. Permanecemos no mar juntos por dois anos, em volta da terra pertencente a Ham (África), mas fomos separados por uma tempestade e nos afastamos de nossos companheiros e assim aportamos aqui, 12 homens e 3 mulheres, numa nova praia, que eu, o almirante, controlo. Mas auspiciosamente possam os exaltados deuses e deusas intercederem em nosso favor ".

O nosso grande historiador e arqueólogo Bernardo de Azevedo da Silva Ramos, amazonense, chegou a juntar cópias de 3000 letreiros e inscrições encontrados no Brasil e em outros países americanos, e aponta semelhanças com inscrições encontradas em outros países do velho mundo. Bernardo Ramos esteve na pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, estudou a inscrição ali encontrada, afirmou ser de caracteres Fenícios e traduziu-as:

"Tiro, Fenícia, Bedezir primogênito de Jethabaal".

Essas inscrições foram encontradas em 1836, no pico dessa montanha, a uma altitude de 840 metros, e mede cada uma três metros. Bedezir reinou na Fenícia de 855 a 850a.c. Como seu pai reinara em 887 a 856 , pode-se concluir que a inscrição teria sido gravada entre os anos 887 a 850a.c. e provaria a evidência de que os Fenícios já antes da era cristã teriam estendido suas expedições à América do Sul, e essas inscrições teriam o intuito de imortalizar a glória do nome Fenício, além da simples demarcação das entradas ao interior do Brasil.

quinta-feira, agosto 11, 2011

OS AQUISITORES


Os Illuminati no Brasil - Os Aquisitores

Os Aquisitores é o nome genérico dado a alguns grupos dissidentes que surgiram com a atuação dos Illuminati no Brasil. Sua origem está quase sempre relacionada à renuncia de Jânio Quadros, o presidente que renunciou por não aguentar o peso das "forças terríveis" ("forças ocultas") e a instauração do Regime Militar em 1964. O nome Aquisitores é uma referência a prosperidade financeira e a atuação de seus membros na economia do país, especialmente na região de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista onde sua influência resultou na próspera fase pela qual passou a região na década de 70, no movimento metalúrgico e na posterior eleição do Presidente Lula.

Durante a ditadura militar, até pouco depois de 1985, os membros brasileiros dos illuminati se organizaram em dois grupos inimigos e teoricamente independentes dos Illuminati da Baviera. Estes capítulos isolados passaram ambos a reivindicar o antigo nome do grupo como sendo os únicos e verdadeiros Aquisitores.

Ultimamente há uma pressão muito grande para que o Presidente Luís Inácio Lula da Silva permita que se abram os arquivos da ditadura e de uma vez por todas que se prove que o ex-presidente Jango morreu envenenado. O pedido foi acompanhado pela gravação de uma entrevista feita por João Vicente Goulart, filho de Jango, com o uruguaio Mario Neira Barreiro, de 53 anos, que atualmente cumpre pena em penitenciária gaúcha, por roubo, formação de quadrilha e posse ilegal de armas. Barreiro descreve seu trabalho no Grupo Gama, o serviço de inteligência uruguaio, nos anos 1970, e detalha a Operação Escorpião (subordinada à Condor), que teria levado ao assassinato de Jango por envenenamento, mediante a adulteração de seus medicamentos de uso contínuo. Ele era cardiopata.

"Não me lembro se colocamos no Isordil, no Adelpan ou no Nifodin. Conseguimos colocar um comprimido nos remédios importados da França. Ele não poderia ser examinado por 48 horas, aquela substância poderia ser detectada" -contou Barreiro. Jango morreu na madrugada de 6 de dezembro de 1976, oficialmente de ataque cardíaco, aos 57 anos, em sua Fazenda La Villa, na cidade de Mercedes, Argentina. Seu corpo foi enterrado em São Borja, no Rio Grande do Sul, sem passar por autópsia.

Segundo João Vicente, "surgiram depois informações sobre o serviço secreto do Itamaraty, e a colaboração entre esse serviço e os de outros países, que dão veracidade ao que ele disse. Essa colaboração já existia antes da Operação Condor". João Vicente refere-se à divulgação de documentos sobre o Centro de Informações do Exterior, o serviço secreto do Itamaraty criado nos anos 60 e que vigiava os exilados brasileiros.

Tudo ocorreu, de fato, num estreito, trágico e suspeitíssimo decurso de 9 meses. JK morreu em 22 de agosto de 1976, João Goulart em 06 de dezembro do mesmo ano e Carlos Lacerda em 21 de maio do ano seguinte. Um morreu sozinho em sua fazenda, outro em um acidente mal explicado de carro e o outro de uma doença aguda que o matou de um dia para o outro. Eles articularam a Frente Ampla, que propunha a “restauração do regime democrático” no Brasil: lançada em 28 de outubro de 1966, a FA foi proibida pela ditadura em 5 de abril de 1968. Chegados ao poder por um golpe, os militares temiam tudo e todos e lá se foram, assim, assassinados, os líderes da Frente Ampla.

“Os indícios da presença da “operação condor” no caso são muito fortes. Numa carta dirigida, em agosto de l975, ao Gen. João Batista Figueiredo – e divulgada pelo jornalista norte-americano Jack Anderson – o chefe da polícia secreta de Pinochet, Manuel Contreras, comunicou o “decisivo apoio” da ditadura chilena a um "Plano" de Figueiredo para “coordenar a ação contra certas autoridades eclesiásticas e políticas da América Latina”. Na carta a seu homólogo brasileiro, chefe do SNI de Geisel, Contreras citou o chileno Orlando Letelier (morto por uma bomba que mandou pelos ares o seu carro em Washington, em 21 de setembro de 1976, 30 dias depois de Juscelino) e JK como a indicá-los como candidatos à “vendetta” dos regimes militares do cone sul… ou seja, a “Operação Condor”.

O jornalista Élio Gaspari comprova tudo isso com a publicação recente de declarações gravadas de Ernesto Geisel – considerado integrante da área castelista, “moderada”, do golpe – admitindo o assassinato como método de ação política. Gaspari revelou degravação de conversas de Geisel com o general Dale Coutinho, seu futuro ministro do Exército, a um mês de sua posse na Presidência. ‘Esse negócio de matar é uma barbaridade, mas tem que ser’, afirma Geisel, em uma de várias demonstrações de que sabia da morte de opositores sob custódia do regime.
Na cultura popular brasileira, os Aquisitores são referência clara na música “Forças Ocultas” escrita por Marcelo do grupo Camisa de Vênus e veladas em algumas músicas de cunho político de Cazuza e Chico Buarque. Existem ainda breves citações nos filmes de Lima Barreto.

UMA NOTÍCIA QUE ESTÁ VIRANDO O EGITO DE CABEÇA PRA BAIXO! EU SINTO QUE O MUNDO IRA VER UMA REVOLUÇÃO!


O mundo ainda vai duvidar de Jesus?
UMA NOTÍCIA QUE ESTÁ ABALANDO O EGITO!   Fé!    Depois do haitiano que ficou 27 dias nos escombros e disse que uma pessoa lhe deu água, veja a notícia interessante que vem ao nosso conhecimento.  É  uma notícia que está abalando a terra do José, filho de Jacó:
 
Um muçulmano egípcio matou sua esposa porque ela estava lendo a Bíblia e então a ente rrou com seu bebê nascido há poucos dias e uma filha de 8 anos de idade.  As crianças foram enterradas vivas!   Ele então disse à polícia que um tio havia matado as crianças.  Quinze dias mais tarde, outra pessoa da família morreu.
Quando foram enterrá-la, encontraram as duas crianças sob a areia (!!!)  e   VIVAS!

O país ficou em choque e o homem será executado.  Perguntaram à menina de 8 anos como ela havia conseguido sobreviver por tanto tempo e ela disse:  "Um homem que usava roupas brilhantes e com feridas que sangravam em suas mãos, vinha todos os dias para nos alimentar. Ele sempre acordava minha mãe para dar de mamar à minha irmã".
Ela foi entrevistada no Egito numa TV nacional por uma mulher jornalista que tinha o rosto coberto. Ela disse na TV pública: 'Foi Jesus quem veio cuidar de nós, porque ninguém mais faz coisas como essas!'

Os muçulmanos acreditam que Isa (Jesus) aparecerá para fazer coisas desse tipo, mas as feridas em Suas mãos dão provas de que
Ele
 realmente foi crucificado e que Ele está vivo!
Está claro que a criança não seria capaz de inventar essa história (não tem cultura cristã).

E não seria possível que essas crianças vivessem sem um milagre verdadeiro.
Os líderes muçulmanos terão muita dificuldade em lidar com essa situação e a popularidade do filme 'Paixão de Cristo' não os ajuda!
Como o Egipto está bem no centro da midia e da educação do Oriente Médio, você pode ter a certeza de que essa história vai se
espalhar rapidamente.


Jesus Cristo ainda está deixando o mundo de pernas pro ar!

Espalhe esta história por todos os lugares. 'O Senhor diz, 'Abençoarei a pessoa que colocar Sua confiança em mim''
(Jeremias 17).

Jesus disse:  "se me negas entre os homens, te negarei diante do pai" e que adianta um homem ganhar o mundo
inteiro, se perde a sua alma.  (Lucas 9:25)
 

sexta-feira, agosto 05, 2011

#AJUDEASOMALIA E #OREMPELASOMALIA

#AJUDEMASOMALIA E #OREMPELASOMALIA 

A BIBLIA HAVIA AVISADO ISSO MAIS DE 2400 ANOS ATRÁS, 
LEIA O LIVRO DE DEUTERONÔMIO, O CAPÍTULO 28 
RETRATA TUDO O QUE IRIA
ACONTECER COM
 OS HEBREUS QUE SE 
DESVIASSEM
 DOS SEUS CAMINHOS, LEIA 
IMPRESSIONEM-SE E VEJAM 
QUE YHWH NÃO ESTAVA PARA
 BRINCADEIRA, AS COINCIDÊNCIAS
SÃO MUITAS NO CAPÍTULO 28 DE 
DEUTERONÔMIO SOBRE OS CASTIGOS
 QUE DEVERIAM SER SOFRIDOS POR 
DESOBEDIÊNCIA. SURPREENDA-SE 
COM ESSA POSTAGEM DO BLOG ESTADÃO
QUE COMPROVA AS PROFECIAS BIBLÍCAS.
 QUE TAL ORAR PELOS NOSSOS IRMÃOS DA ÁFRICA! 
Seca, conflito e falta de ajuda alimentar deixaram
 3,6 milhões de pessoas sob o risco da fome no
 sul da Somália. No total, mais de 12 milhões de
 pessoas no Chifre da África estão sentindo os
 efeitos da estiagem, a pior em décadas. Em
 três meses, cerca de 29 mil crianças morreram
por conta da desnutrição. Centenas de somalis
atingidos pela seca seguem todos os dias para
 sórdidos acampamentos dentro e fora da capital,
 Mogadíscio, transformada em um amontoado de
entulhos, e entram em uma zona de guerra, num
 desafio às ordens dos militantes islâmicos – que
controlam boa parte das áreas mais afetadas – para
que permaneçam onde estão. Cerca de 400 mil
refugiados somalis – quase 5 por cento de toda
a população do país – estão acampados em
Mogadíscio e áreas ao redor. Perto de 100 mil
pessoas chegaram somente em junho e julho,
 segundo a ONU.
As imagens a seguir são fortes e impactantes,
mas mostram a realidade do local.


Criança dorme ao lado de um prato de comida em campo de refugiados no Quênia. Dadaab, 31/07/2011. Foto: Schalk van Zuydam/AP

Mais de mil pessoas que fogem da fome e conflitos no Quênia se afugentam nos campos de regufiados diariamente. Dadaab, 01/08/2011. Foto: Dai Kurokawa/EFE

Somalis recebem mantimentos distribuídos por organização em Mogadishu. 04/08/2011. Foto: Farah Abdi Warsameh/AP

Menina somali aguarda pela sua vez para coletar água em campo de refugiados de Dadaab. Quênia, 31/07/2011. Foto: Thomas Mukoya/Reuters

Mulher alimenta seu gado com milho seco em Mogadishu. Somália, 02/08/2011. Foto: Ismail Taxta/Reuters

Djibutiana espera para conversar com a Cruz Vermelha. Djibouti, 02/08/2011. Foto: Katherine Bundra Roux/Reuters

Campo de refugiados em Dadaab. Quênia, 04/08/2011. Foto: Boris Roessler/EFE

Mulher senta em frente a sua cabana em campo de refugiados. Dadaab, 04/08/2011. Foto: Schalk van Zuydam/AP

Meninos comem mingau em campo de refugiados de Dadaab. Somália, 02/08/2011. Foto: Thomas Mukoya/Reuters

Refugiado desnutrido descansa em cama de hospital em Dadaab. Quênia, 03/08/2011. Foto: Schalk van Zuydam/AP

Homem de 20 anos é enterrado em campo de refugiados do Dadaab. Quênia, 01/08/2011. Foto: Dai Kurokawa/EFE

Refugiados em Dadaab. Quênia, 01/08/2011. Foto: Dai Kurokawa/EFE

Carcaça de vaca em Dadaab, Quênia. 04/08/2011. Foto: Jerome Delay/AP

Somalis carregam lenha para campo de refugiados. Quênia, 05/08/2011. Foto: Jerome Delay/AP

Mãe e filhos se abrigam em tenda do campo de refugiados de Dadaab. Quênia, 02/08/2011. Foto: Boris Roessler/EFE

Hussein Khalif Ali, refugiado somali, é carregado por amigo para receber atendimento médico em Dadaab. 05/08/2011. Foto: Jerome Delay/AP

Pai cuida de filho de três anos no hospital do campo de Ifo, em Dadaab. 02/08/2011. Foto: Dai Kurokawa/EFE

Refugiados são transferidos a outro campo para receber atendimento médico. Somália, 02/08/2011. Foto: Antoine de Ras/EFE

Somali aguarda atendimento médico em sua precária tenda. Mogadiscio, 02/08/2011. Foto: Aintoine de Ras/EFE

Fila para entrar em campo de refugiados do Ifo. Quênia, 02/08/2011. Foto: Dai Kurokawa/EFE

Menino de dois anos é atendido em hospital do campo de Ifo. Dadaab, 02/08/2011. Foto: Dai Kurokawa/EFE

Crianças ajudam umas às outras para carregarem água. Garissa, Quênia, 03/08/2011. Foto: Ke Oloo/ Cruz Vermelha/EFE

Campo de refugiados em Dadaab. 05/08/2011. Foto: Jerome Delay/AP

Criança em frente a sua casa em campo de refugiados de Dadaab. 04/08/2011. Foto: Schalk van Zuydam/AP

Menina e mãe esperam atendimento médico em Mogadisho. 03/08/2011. Foto: Antoine de Ras/EFE

Homem recebe atendimento médico em Dadaab. Quênia, 03/08/2011. Foto: Schalk van Zuydam/AP

Menina leva água para seu abrigo em campo de refugiados de Garissa. Quênia, 03/08/2011. Foto: Ke Oloo/EFE

Menino espera atendimento médico em Mogadisho, Somália. 03/08/2011. Foto: Antoine de Ras/EFE

Famílias do sul da Somália descansam antes de continuar o caminho à procura de campo de refugiados. 03/08/2011. Foto: Farah Abdi Warsameh/AP

Trabalhadores carregam suprimento para famílias em campos de refugiados de Dadaab. 02/08/2011. Foto: Schalk van Zuydam/AP

Homem distribui comida aos refugiados. Dadaad, 02/08/2011. Foto: Schalk van Zuydam/AP

Campo de refugiados em Mogadishu. 03/08/2011. Foto: Farah Abdi Warsameh/AP

Crianças brincam em campo de refugiados de Dadaad. 31/07/2011. Foto: Schalk van Zuydam/AP

Mulher aguarda a distribuição de comida em Dadaab. 01/08/2011. Foto: Schalk van Zuydam/AP

Pôr-do-sol no campo de refugiados de Dadaab. Quênia, 31/07/2011. Foto: Thomas Mukoya/Reuters